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title: "O que é Impairment (Teste de Recuperabilidade de Ativos)?"
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date: 2019-07-09
modified: 2026-09-17
lang: pt
author: "Ana Flávia Cól"
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  - "Valuation de intangíveis"
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# O que é Impairment (Teste de Recuperabilidade de Ativos)?

**Impairment** é o teste contábil que verifica se um ativo está registrado no balanço por um valor maior do que aquele que a empresa realmente consegue recuperar com ele, seja pelo uso ou pela venda. Também chamado de **teste de recuperabilidade de ativos**, é regulado pelo CPC 01 e pela norma internacional IAS 36.

Na prática, o teste de impairment garante que ativos não estejam superavaliados no balanço patrimonial, reduzindo riscos contábeis, fiscais e de questionamentos por auditorias. Neste artigo, você entenderá **o que é o teste de impairment, quando ele é obrigatório, como é calculado e quais ativos estão sujeitos a esse procedimento**.

Confira:

- Como a avaliação correta evita distorções contábeis e contingências fiscais;

- O que é impairment e como calcular o valor recuperável do ativo (incluindo taxa de desconto e WACC);

- Como o impairment de goodwill se conecta ao valuation feito em uma aquisição (M&A);

- Como o impairment afeta balanço, resultado e caixa;

- O que a auditoria exige no laudo técnico.

**Atenção**: Este artigo está bastante associado a série sobre **Valuation de Intangíveis**, cujo post principal, que também pode contribuir com você, é [**Valuation de Intangíveis: Guia completo**](https://dernegocios.com.br/valuation-de-intangiveis/). Mas se você já quer fazer um [**Laudo de Impairment, acesse nossa página de serviço**.](https://dernegocios.com.br/impairment/)

## O que é o Teste de Impairment e para que serve?

O **teste de impairment**, também conhecido como **teste de recuperabilidade de ativos**, tem como objetivo assegurar que nenhum ativo seja registrado por um valor superior ao que pode ser recuperado por meio de seu uso ou de sua venda.

Desse modo, ele é fundamental para:

- Garantir a fidedignidade das demonstrações contábeis;

- Evitar superavaliação de ativos;

- Antecipar perdas econômicas;

- Reduzir riscos fiscais e contábeis.

## Como funciona o Teste de Impairment na prática (passo a passo)

O procedimento do teste de impairment segue, em linhas gerais, as seguintes etapas:

![Teste de impairment: saiba o que é, para que serve e como funciona](https://dernegocios.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Untitled-2-273x300.png)

- Identificação de indícios de desvalorização do ativo;

- Determinação do valor contábil do ativo;

- Cálculo do valor recuperável;

- Comparação entre valor contábil e valor recuperável;

- Reconhecimento da perda por impairment, quando aplicável.

É importante entender que o ativo está desvalorizado quando seu valor recuperável é menor do que o valor contábil (custo de compra original menos a depreciação acumulada). Isso indica que o valor recuperável deve ser contabilizado no Balanço Patrimonial. O **v****alor recuperável** corresponde ao maior entre:

- Valor justo líquido de venda;

- Valor em uso.

Assim, esses são os indicadores usados no Teste de *Impairment*. Só é preciso determinar o valor líquido de venda e o valor em uso de um ativo se qualquer um deles for menos do que o valor contábil porque, nesse caso, houve desvalorização e ela precisa ser calculada.

## O que é valor justo líquido de venda?

O valor justo líquido de venda é, basicamente, quanto a empresa conseguiria vender o ativo hoje, num negócio normal (sem pressa, sem desconto forçado), descontando os custos da própria venda, como comissão, taxas e despesas de transferência.

Para chegar nesse valor, geralmente é preciso:

- Fazer uma vistoria técnica no ativo;

- Avaliar quanto tempo de vida útil ainda resta, em que estado ele está e qual seria seu valor de descarte;

- Emitir um laudo técnico de avaliação com essas informações.

Esse laudo é o documento que registra tudo o que foi verificado na vistoria — o estado do bem, sua vida útil restante e seu valor residual.

## O que é valor em uso no teste de impairment?

O valor em uso é o valor presente dos fluxos de caixa futuros que se espera obter com o uso contínuo do ativo. Esse cálculo segue a lógica do **[Fluxo de Caixa Descontado (FCD)](https://dernegocios.com.br/metodo-de-valuation-o-fluxo-de-caixa-descontado-em-quatro-etapas/)** e exige:

- Projeções econômico-financeiras consistentes da riqueza futura a ser gerada pelo ativo;

- Definição e justificativa da taxa de desconto para trazer esse montante a valor presente;

- Coerência com o cenário de mercado e com o plano de negócios da empresa.

Na prática, projetam-se os ganhos (fluxos de caixa) futuros da empresa com o ativo e depois aplica-se uma taxa de desconto para trazer essa rentabilidade futura projetada a valor presente*. *Para garantir confiabilidade, o avaliador precisa apresentar e justificar suas projeções e a escolha da taxa de desconto aplicada.

### a) Qual taxa de desconto usar no impairment? (WACC)

A taxa de desconto usada para trazer os fluxos de caixa futuros a valor presente normalmente é o **WACC (Weighted Average Cost of Capital)**, ou custo médio ponderado de capital. Ela representa o retorno mínimo que um investidor exigiria para aplicar recursos naquele ativo, considerando o risco do negócio e a estrutura de capital da empresa (proporção entre capital próprio e capital de terceiros).

A escolha da taxa não pode ser genérica e precisa refletir aspectos, como:

- O risco específico do ativo ou da unidade geradora de caixa testada, e não apenas o risco médio da empresa como um todo;

- A moeda e o país onde os fluxos de caixa são gerados;

- Se a projeção está em termos nominais (com inflação) ou reais (sem inflação), porque a taxa de desconto precisa ser calculada na mesma base da projeção para não haver distorção do resultado.

Por isso, a norma exige que o avaliador **justifique a taxa aplicada**, e não apenas informe um número. **E esse é um dos pontos mais questionados por auditorias.**

### b) Quantos anos projetar no fluxo de caixa?

Não existe um número fixo definido pela norma, mas a prática de mercado, que auditorias costumam aceitar sem questionamento adicional, é projetar entre **cinco anos explícitos**, seguidos de uma **perpetuidade** (o valor que representa os fluxos de caixa além do período projetado, calculado com uma taxa de crescimento na perpetuidade).

As **projeções muito mais longas **que isso tendem a perder credibilidade, porque ficam difíceis de sustentar com premissas realistas de mercado. Já **as projeções mais curtas** podem subestimar o valor em uso quando o ativo tem vida útil longa.

O período escolhido também precisa ser coerente com o plano de negócios já existente na empresa. **Criar uma projeção nova só para o teste, desalinhada do planejamento real, é um dos erros mais comuns.**

➡️**Uma vez aferido o valor do ativo a partir dos caminhos ou métodos mencionados (Valor justo líquido de venda ou Valor em uso), o maior valor entre o de venda e o de uso equivale ao valor recuperável do ativo. **

## Exemplo prático de teste de impairment

Suponha que uma empresa possua uma máquina registrada contabilmente por R$ 1.000.000,00

- Valor em uso estimado: R$ 820.000,00

- Valor justo líquido de venda: R$ 780.000,00

O valor recuperável será R$ 820.000,00 (o maior entre os dois). Nesse caso, a empresa deverá reconhecer uma **perda por impairment de R$ 180.000,00**, ajustando o valor do ativo no balanço patrimonial.

## Quais ativos precisam passar pelo teste de Impairment?

O teste de impairment aplica-se, principalmente, a ativos de longo prazo, como:

- Ativo imobilizado;

- Ativos intangíveis;

- Investimentos societários;

- Goodwill.

Ativos de curto prazo, como estoques, não estão sujeitos ao teste de impairment.

Mas, é importante mencionar que nem sempre é possível mensurar o valor de venda ou em uso de alguns ativos de longo prazo, se considerados individualmente. Isso porque sua capacidade de gerar riqueza pode estar atrelada a outros ativos da empresa. Nesse caso, considera-se não o ativo propriamente dito, mas a **unidade geradora de caixa**.

### O que é unidade geradora de caixa (UGC)?

Quando não é possível estimar o valor recuperável de um ativo individualmente, o teste deve ser realizado com base na **unidade geradora de caixa (UGC)**, que corresponde ao menor grupo de ativos capaz de gerar entradas de caixa independentes.

** Por exemplo**: uma entidade de mineração tem uma estrada de ferro particular que dá suporte a suas atividades. Ela não gera entradas e só pode ser vendida por seu valor de sucata (valor residual), então, só é possível estimar seu valor recuperável em relação à mina como um todo (unidade geradora de caixa a que pertence).(Fonte: Curso de Impairment, ministrado pela Premier Cursos).

## Impairment de goodwill em operações de M&A

Quando uma empresa compra outra, geralmente paga mais do que o valor "contábil" dos ativos identificáveis dela (máquinas, estoque, marca já registrada, etc.). Essa diferença de valor extra pago pela expectativa de que o negócio vai gerar lucro no futuro é o **goodwill** (ágio). Ele entra no balanço do comprador como um ativo.

Mas, diferente de uma máquina, o goodwill não tem "vida útil definida" nem se desgasta com o uso, por isso, a norma não deixa você simplesmente amortizá-lo aos poucos. Em vez disso, ela obriga a **testar todo ano** se aquele valor ainda se sustenta, ou seja, o teste de impairment deve ser feito **todo ano, independentemente de haver qualquer indício de perda**.

E, ponto importante, se um dia você reconhecer que aquele goodwill perdeu valor (a empresa comprada não performou como esperado), **essa perda nunca pode ser desfeita depois**, mesmo que o negócio melhore no ano seguinte. É uma regra de mão única.

Outro ponto importante é que o não se consegue apontar e dizer "esse goodwill aqui gerou R$ 500 mil este mês" porque ele só existe *dentro* do negócio como um todo que foi comprado. Por isso, para testar se ele ainda vale o que está no balanço, é preciso testá-lo junto com o conjunto de ativos que, juntos, geram caixa — isso é a **UGC (Unidade Geradora de Caixa)** que já expliquei antes (ex: não dá pra testar uma linha de produção isolada, mas dá pra testar a fábrica inteira).

Geralmente as UGCs usadas são as mesmas definidas no momento da aquisição, durante o **PPA (Purchase Price Allocation)**, o exercício contábil que pega o preço total pago e "distribui" esse valor entre: os ativos que dá pra identificar e valorar separadamente (marca, carteira de clientes, patentes...) e o que sobra, que vira goodwill. Nesse mesmo processo, já se decide **a quais UGCs esse goodwill pertence**.

E, a cada nova realização de impairment do goodwill é necessário voltar às premissas de quando o PPA foi feito e perguntar:

- a projeção de fluxo de caixa que justificou pagar esse preço na época ainda faz sentido hoje?

- a taxa de desconto que usamos lá atrás ainda reflete o risco do negócio agora?

Quem fez o valuation da aquisição (o PPA original) já tem esse histórico de premissas guardado e sabe exatamente o que foi assumido. Quem não participou da aquisição e, por exemplo, só entrou depois, no fechamento anual, precisa **reconstruir esse histórico do zero**, o que traz o risco de não ter acompanhado como as premissas evoluíram.

## Quando se aplica o Teste de Impairment?

No Brasil, o teste de impairment é obrigatório, no mínimo, uma vez ao ano para:

- Empresas de grande porte (Lei nº 11.638/07) - com receita bruta anual superior a R$ 300 milhões ou ativo total acima de R$ 240 milhões;

- Goodwill;

- Ativos intangíveis com vida útil indefinida.

Além disso, o teste deve ser realizado sempre que houver indícios de desvalorização do ativo. E há muitos outros casos em que o teste beneficia a empresa, **mesmo sem ser obrigatório**, como, por exemplo, para:

- **verificar a obsolescência; **

- **avaliar baixa performance econômica e pensar em meios de reestruturação (criar mecanismos para voltar a produzir fluxo de caixa).**

- **mensurar depreciação acelerada por uso em vários turnos.**

- **vender parcialmente ativos com equidade**;

- **liquidação da empresa**.

## Base legal e normas aplicáveis ao teste de impairment

O teste de impairment é regulamentado por:

- Normas da ABNT para laudos de avaliação;

- CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos;

- IAS 36 – Impairment of Assets;

- Lei nº 11.638/07.

O Teste de *Impairment* atende às Normas Contábeis Brasileiras e foi definido pelo pronunciamento técnico CPC 01, que trata sobre o registro contábil dos ativos de uma empresa, e está em correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – IAS 36 (IASB). A edição de Lei nº 11.638/07 foi o primeiro passo para a convergência das normas brasileiras ao padrão adotado internacionalmente. Já os laudos de avaliação do teste estão normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

## Quem pode realizar o teste de impairment?

O teste de impairment deve ser realizado por profissionais com conhecimento técnico nas áreas contábil, financeira e de valuation, com domínio das normas CPC 01 e IAS 36, além de capacidade para elaboração de laudos técnicos e projeções econômico-financeiras. Importante considerar que existem cursos de *Impairment* para capacitação do profissional.

Isso porque aplicar o CPC 01 na prática exige mais do que conhecer a norma, exige saber construir e defender premissas de valuation diante de uma auditoria. Por isso, empresas que já fazem valuation e M&A no dia a dia, como parte de sua atividade principal, tendem a entregar laudos com premissas mais consistentes do que quem realiza esse tipo de cálculo apenas uma vez por ano.

A D&R Negócios une essa experiência ao Impairment Test. [**Conheça o serviço**](https://dernegocios.com.br/impairment/).

## Como o impairment afeta o balanço, o resultado e o caixa?

Quando o valor contábil de um ativo é maior que o valor recuperável, a perda por impairment é lançada da seguinte forma:

- **Balanço Patrimonial**: o valor do ativo é reduzido para o valor recuperável apurado;

- **Resultado do Exercício (DRE)**: a perda é reconhecida como despesa, reduzindo o lucro líquido do período;

- **Patrimônio líquido**: cai na mesma proporção da perda reconhecida, já que reflete a redução do lucro acumulado;

- **EBITDA**: o efeito depende de como a empresa classifica a perda. Como não é um evento recorrente, muitas empresas excluem o impairment do "EBITDA ajustado" apresentado a investidores — mas, no resultado contábil não ajustado, ele normalmente aparece dentro do resultado operacional.

Um ponto que gera confusão: **o impairment não representa saída de caixa**. É um ajuste contábil por meio do qual se reconhece que o ativo já não tem a capacidade de gerar o retorno esperado, mas não movimenta dinheiro no momento do lançamento. O impacto em caixa, se houver, já aconteceu antes (na forma da própria queda de desempenho que gerou o indício de perda).

Após o impairment, a depreciação ou amortização do ativo passa a ser calculada sobre o **novo valor**, já reduzido e não mais sobre o valor de aquisição original.

### Impairment pode ser revertido?

Sim, com uma exceção importante: **o goodwill nunca pode ter uma perda de impairment revertida**, mesmo que o negócio volte a performar bem depois.

Para os demais ativos, a reversão é permitida quando os motivos que causaram a perda deixam de existir ou se atenuam, por exemplo, quando o valor de mercado do ativo se recupera. Mas há um limite, que é: o valor após a reversão **nunca pode ultrapassar o que o ativo valeria hoje se o impairment nunca tivesse acontecido**.

## O que a auditoria exige no laudo de impairment?

Um teste de impairment não é aceito pela auditoria só porque chegou a um número, mas o que realmente é escrutinado são as **premissas** por trás do cálculo. Os documentos e evidências normalmente exigidos incluem:

- Projeções de fluxo de caixa (geralmente cinco anos) alinhadas ao plano de negócios da empresa, não criadas isoladamente para o teste;

- Justificativa da taxa de desconto (WACC) aplicada, com a metodologia de cálculo explicitada;

- Taxa de crescimento na perpetuidade (o "g") e sua justificativa em relação ao mercado em que a empresa atua;

- Análise de sensibilidade, mostrando como o resultado do teste mudaria se as premissas-chave (taxa de desconto, crescimento, margem) fossem alteradas dentro de um intervalo razoável;

- Documentação da alocação do goodwill às unidades geradoras de caixa, quando aplicável;

- Aprovação formal das premissas pela administração da empresa.

Logo, a ausência ou fragilidade desses documentos é a causa mais comum de um teste de impairment ser questionado ou rejeitado por auditores, ou seja, o problema normalmente não é o valor final apurado, mas a falta de sustentação por trás dele.

> "Na prática, o maior erro que vejo em testes de impairment mal-sucedidos não está no lançamento contábil, mas nas premissas por trás do valor recuperável. Uma taxa de desconto mal justificada ou uma projeção de fluxo de caixa desalinhada com o plano de negócios costuma ser o primeiro ponto que um auditor questiona e é aí que a experiência em valuation faz diferença, principalmente quando o ativo testado é o goodwill de uma aquisição feita há alguns anos."
> — **Dejair Baptista de Paula Jr.**, sócio-diretor da D&R Negócios
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## Perguntas frequentes sobre teste de impairment

**O teste de impairment é obrigatório todos os anos?**
Não necessariamente. A obrigatoriedade anual **independentemente de indícios de perda** vale para goodwill e ativos intangíveis com vida útil indefinida. Já as **empresas de grande porte** — receita bruta anual acima de R$ 300 milhões ou ativo total acima de R$ 240 milhões (Lei nº 11.638/07) — precisam testar anualmente **todos** os ativos sujeitos a impairment, não só goodwill e intangíveis. Para as demais empresas, o teste só é obrigatório quando surgem indícios de desvalorização.

**Impairment pode ser revertido?**
Sim, exceto no caso de goodwill. A reversão é permitida quando há recuperação do valor econômico do ativo, respeitados os limites normativos.

**Qual a diferença entre depreciação e impairment?**
A depreciação é sistemática e prevista ao longo da vida útil do ativo. O impairment é um ajuste extraordinário decorrente de perda relevante de valor recuperável.

**O teste de impairment tem impacto fiscal?**
Sim. Um teste mal elaborado pode gerar contingências fiscais, glosas e questionamentos por auditorias e pelo Fisco.

### Próximos passos na sua jornada de aprendizagem

- **[O que é PPA (Purchase Price Allocation) e para que serve?](https://dernegocios.com.br/o-que-e-ppa-purchase-price-allocation-e-para-que-serve/)**

- **[Amortização de bens intangíveis: o que é e como funciona](https://dernegocios.com.br/amortizacao-de-bens-intangiveis/)**

- **[Avaliação de Marcas](https://dernegocios.com.br/avaliacao-de-marcas/)**

## Conclusão

Agora que você entende o que é o teste de impairment, quando ele é obrigatório e como o valor recuperável é calculado, fica mais fácil identificar se a sua empresa deveria fazê-lo, mesmo fora das hipóteses obrigatórias. A D&R Negócios une expertise em valuation e M&A à execução do laudo técnico de Impairment Test. **Solicite uma proposta de serviço** e entenda o que o resultado do teste revela sobre os ativos do seu negócio. Se preferir, fale conosco por [WhatsApp](https://wa.me/554499234544).

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