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Confira nosso artigo publicado no jornal O Diário do Norte do Paraná

Sua empresa está saudável ?

DEJAIR BAPTISTA DE PAULA JUNIOR

Empresário

Em momentos de turbulência político-econômica, como o atual, os desafios e problemas das empresas ficam mais visíveis pela instabilidade e pelo desaquecimento do mercado. Mas muitos deles já faziam parte do negócio há mais tempo e não foram percebidos antes porque o cenário estava favorável.

Entre as situações que podem prejudicar a empresa está o desinteresse por rever práticas de gestão incompatíveis com as demandas atuais, especialmente no que diz respeito ao relacionamento com colaboradores. Ainda há muito amadorismo e até conservadorismo nessas relações. Faltam estratégias de diálogo com o público interno e há carência no uso de ferramentas administrativas básicas, como planos de cargos e salários, que impactam a motivação da equipe. A criação de espaços de troca de informações e experiência dentro da equipe de trabalho permite a aprendizagem conjunta, criação de soluções e até inovações, e é fundamental em mercados competitivos e instáveis como o nosso. O colaborador que liga diretamente com o cliente pode ter informações mais valiosas do que o superior dele, por exemplo. Isso ainda assusta alguns empresários, mas não deveria. Saber valorizar o capital intelectual na empresa, promovendo a contribuição que cada um pode dar, é um ganho coletivo.

No que tange à gestão, ainda vale a velha lição de casa: nunca agir sem planejar. Infelizmente a falta de planejamento estratégico continua sendo erro comum e altamente prejudicial. Muitos empresários criam cenários mentais ilusórios sobre suas empresas por falta de informações concretas, lógicas. Assim, decidem a partir de parâmetros equivocados ou apenas intuitivamente. E é fundamental contemplar o planejamento tributário. Nem sempre a empresa adota o regime tributário mais vantajoso e acaba pagando mais imposto do que deveria. É preciso comparar os diferentes tipos de regime para certificar-se de ter feito a melhor escolha.

Por outro lado, a sonegação de impostos é outro item que coloca as empresas em risco. Além de ficarem na iminência de cair na malha fina, isso pode desvalorizá-las no mercado de compra e venda.

Finalmente, cuidado com a falta de capital de giro e com o endividamento! Esses são dois elementos mortais (ou vitais) para as empresas. É claro que o aporte de capital para financiar investimento ou dar continuidade às operações faz parte da rotina dos negócios e sempre envolve riscos. Mas, o empresário precisa de lucidez (não só de emoção) quanto ao cenário financeiro da empresa e do mercado para evitar que a possível solução financeira crie ou duplique um problema.

Mesmo conjunturas muito favoráveis inspiram cautela. Há empresas que sofrem com a falta de capital de giro atualmente em consequência de terem crescido acima de sua capacidade, no afã de aproveitar uma boa maré. Além dos riscos financeiros,  crescer impacta a gestão interna. É comum o empresário perder a mão do negócio por não prever as implicações internas do crescimento, como as necessidades de aumentar equipe e a produção (conforme a demanda), de descentralizar atividades e decisões. Tudo isso faz parte daquelas repercussões que nem sempre aparecerão no bom momento.

Então, ficam aqui algumas dicas para cuidar da saúde de sua empresa e, de alguma forma, da sua também.

 

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